"O pé de feijão de outro mundo" texto Luisa Xavier Simões, 7 anos. 2º ano Lua.

PRODUÇÃO TEXTUAL
Titulo: O pé de feijão de outro mundo.
Era uma vez uma menina chamada Luisa Xavier Simões. Ela preparou a terra toda bonitinha pro seu feijão. Depois de alguns dias o feijão ainda não tinha nascido. Ela ficou desesperada, mas aconteceu o impossível: o feijão dela nasceu.
Os feijões de todo mundo já estavam grandinhos e começõu a 2ª etapa, arrumar o lugar para transplantar os feijões, mas achamos. A tia disse: todos os feijões são de todo mundo
Cada vez os feijões estavam mais e mais altos.
Um dia vimos uma coisa preta que estava comendo o nosso feijão e não sabíamos o que era. A tia explicou tudinho, eram pragas que comiam as plantas. Ela pediu para nós pesquisarmos o que eram pragas e como tirava. No dia seguinte veio um monte de respostas. A tia ficou louca e ao mesmo tempo feliz, mas uma pessoa pesquisou a receita assim: algodão, alcool e água e a borra de café e depois de algumas semanas já estava quase nenhuma praga por que todos ajudaram.
A tia Dani estava preocupada porque as flores não estavam nascendo e aí outro imopossível aconteceu: depois de duas semanas várias florzinha começaram a nascer. A tia Dani ficou muito feliz e toda a turma também. Mesmo com as pragas comendo os feijões a gente conseguiu salvar as plantas no período das pragas. As que mais lutaram para as pragas sairem foram a Ingrid e a Beatriz Cândido. Mas se não fosse toda a turma ajudando não sei o que seria do pé de feijão.
Flores e flores pra todos os lados e algumas flores caindo para as vagens nascerem. No dia seguinte a tia reuniu todo mundo e mostrou várias vagens bem pequeninas e foram crescendo crescendo e crescendo.
A gente foi arrancando as mais sequinhas e uma vargem deu mais ou menos 20 feijões. Depois a tia decidiu fazer o baião de dois, mas ela achou que o tanto de feijão não ia dar, mas deu no dia do baião. Cada um abriu umas duas vagens e as cascas a gente reaproveitou Deu todas as cascas de feijão para a Bela flor. Pelo menos eu acho que ela não comeu todo, mas tudo bem. A ideia foi da tia Zilma, uma professora que estava do lada da gente na hora da tia separar as tarefas.
Ela deixou pra eu amassar o alho e meu olho ardeu quese chorei, mas a tia me deu um fósforo porque da outra vez que a tia fez o feijão ela deu um fósforo pra cada um e ninguém chorou e essa ideia foi da tia Evilane.
A Tâmissa, Ingrid e Beatriz que estavam do meu lado cortando a cenoura a unica que chorou foi a Tamisa por causa do alho e a Ana Bela, Gigi e Biatriz Candido estavam cortando a cebola. A Gigi não aguentou e foi direto lavar o rosto e eu que fiquei no lugar dela.
O Gustavo , Jose e o Walmir estavam cortando o tomate o Bernardo e o Jose estavam cortando o pimentão, a Malu o coentro e eu lavei o feijão a Ana Bela e a Beatriz Candido lavaram o arroz e deixamos na panela pra cosinhar, enquanto a gente fazia a pesquisa da apostila. Minha barriga estava roncando e estava morrendo de fome mas aguentei.
A Ingrid falou assim: O feijão esta pronto!!! E todo mundo correu para a cozinha e pediu mais. Estava ótimo e eu fui entregar o baião pra a tia Evilane e todo mundo ficou pedindo e eu dei pra algumas pessoas...
... e talvez vai ter mais feijão no ano que vem!